"A minha vida é um instante,
uma hora que passa,
é um momento que rapidamente escapa de minhas mãos.
Eu sei meu Deus, que para amar-te aqui na terra
não tenho outro momento a não ser o presente."

Santa Teresinha.






Ultréia 19.10.10 "A Pobreza Evangélica"

Pensamentos em Pétalas

Minha vocação é o amor!

Comemoramos no início deste mês o dia de Santa Teresinha, esta santa que é exemplo de humildade, renúncia e entrega ao amor de Deus.

A pequena via de Santa Teresinha do menino Jesus vem no sentido que as próprias agruras do dia a dia nos ensina o desabrochar da nossa vida espiritual ao vencermos os nossos caprichos em favor do outro. Certamente, é uma peleja dura, pois nem sempre o outro detém o mesmo espírito. Aí reside a distinção do caminho de Santa Terezinha do menino Jesus.

Esta busca do outro pela pequena via não vem a ser fundamentalmente um trabalho ascético de caráter moralista ou ainda por puro sentimento filantrópico na busca do outro; mas sim, por este caminho, Santa Teresinha do menino Jesus, encontrou no fundo a DEUS. Sua mensagem pode ser resumida em quatro pontos:

1. Sigamos o caminho da simplicidade;
2. Entreguemo-nos com todo o nosso ser ao amor;
3. Em tudo busquemos fazer cumprir a vontade de Deus;
4. E que o zelo pela salvação das pessoas devore nossos corações.

Inúmeros prodígios são atribuídos à sua intercessão. A leitura a meditação de História de uma alma vem causando incontáveis conversões.

O Papa Pio XI a canonizou no dia 17 de maio de 1925. No dia 9 de junho de 1897 havia prometido fazer cair uma chuva de rosas sobre o mundo. No dia 17 de julho explicara melhor em que consistiria essa chuva:

"Eu quero passar o meu céu fazendo o bem sobre a terra."

Santa Teresinha
Rogai por nós!

Festa de Santa Teresinha 2010

Teatro em homenagem a Nossa Senhora Aparecida

Hoje na Igreja Matriz da Paróquia da Imaculada Conceição de Raiz da Serra, na missa das crianças, a catequese fez uma encenação contando a história de Nossa Senhora Aparecida. Foi verdadeiramente um espetáculo! As crianças e toda equipe da catequese da Matriz que participou do teatro estão de Parabéns! Que Deus e Nossa Senhora Aparecida lhes Abençoem hoje e sempre. Amém!

Missa a Nossa Senhora Aparecida 12.10.10

A cruz e o ícone das jornadas

História da Cruz da JMJ

cruz

A Cruz da JMJ ficou conhecida por diversos nomes: Cruz do Ano Santo, Cruz do Jubileu, Cruz da JMJ, Cruz Peregrina, muitos a chamam de Cruz dos Jovens porque ela foi entregue pelo papa João Paulo II aos jovens para que a levassem por todo o mundo, a todos os lugares e a todo tempo.

A cruz de madeira de 3,8 metros foi construída e colocada como símbolo da fé católica, perto do altar principal na Basílica de São Pedro durante o Ano Santo da Redenção (Semana Santa de 1983 à Semana Santa de 1984). No final daquele ano, depois de fechar a Porta Santa, o Papa João Paulo II deu essa cruz como um símbolo do amor de Cristo pela humanidade. Quem a recebeu, em nome de toda a juventude foram os jovens do Centro Juvenil Internacional São Lourenço em Roma. Estas foram as palavras do Papa naquela ocasião:

"Meus queridos jovens, na conclusão do Ano Santo, eu confio a vocês o sinal deste Ano Jubilar: a Cruz de Cristo! Carreguem-na pelo mundo como um símbolo do amor de Cristo pela humanidade, e anunciem a todos que somente na morte e ressurreição de Cristo podemos encontrar a salvação e a redenção". (Sua Santidade João Paulo II, Roma, 22 de abril de 2004).

Os jovens acolheram o desejo do Santo Padre. Levaram a cruz ao Centro São Lourenço, que se converteria em sua morada habitual durante os períodos em que ela não estivesse peregrinando pelo mundo.

Desde 1984, a Cruz da JMJ peregrinou pelo mundo, através da Europa, além da Cortina de Ferro, e para locais das Américas, Ásia, África e agora na Austrália, estando presente em cada celebração internacional da Jornada Mundial da Juventude. Em 1994 a Cruz começou um compromisso que, desde então, se tornou uma tradição: sua jornada anual pelas dioceses do pais sede de cada JMJ internacional, como um meio de preparação espiritual para o grande evento.

O Ícone de Nossa Senhora
Em 2003, o Papa João Paulo II deu aos jovens um segundo símbolo de fé para ser levado pelo mundo, acompanhando a Cruz da JMJ: o Ícone de Nossa Senhora, "Salus Populi Romani", uma cópia contemporânea de um antigo e sagrado ícone encontrado na primeira e maior basílica para Maria a Mãe de Deus, no ocidente, Santa Maria Maior.

"Hoje eu confio a vocês… o Ícone de Maria. De agora em diante ele vai acompanhar as Jornadas Mundiais da Juventude, junto com a Cruz. Contemplem a sua Mãe! Ele será um sinal da presença materna de Maria próxima aos jovens que são chamados, como o Apóstolo João, a acolhe-la em suas vidas" (Roma, 18ª Jornada Mundial da Juventude, 2003)

Papa Bento XVI continua o legado
O Papa Bento XVI, continuando o legado de seu predecessor, falou na cerimônia de entrega da Cruz e do Ícone da JMJ de um grupo de jovens alemães para uma delegação de jovens australianos no Domingo de Ramos de 2006. Então enfatizou porque o Ícone de Maria pertence à peregrinação da Cruz da JMJ.

"Nossa Senhora esteve presente no cenáculo com os Apóstolos quando eles estavam esperando por Pentecostes. Que ela seja vossa mãe e guia. Que ela vos ensine a receber a palavra de Deus, a valoriza-la e medita-la em seu coração (cf. Lc 2,19) como ela fez com sua vida. Que ela possa encorajar-vos a dizer o vosso "sim" ao Senhor ao viver "a obediência da fé". Que ela possa ajudar-vos a permanecer fortes na fé, constantes na esperança, perseverantes na caridade, sempre atentos à palavra de Deus".

Ao observarmos Maria no Ícone carregando seu Filho, ela nos ensina como levá-lo para o mundo.

Milhões de jovens nos últimos 20 anos participaram das Jornadas Mundiais da Juventude. Centenas de milhares mais participaram da graça do evento pelo seu encontro com a Cruz e o Ícone da JMJ. Esses símbolos são apresentados ao mundo de forma mais contundente pelos jovens que os levam não por alguns momentos ou horas, mas pelo exemplo de suas vidas cristãs diariamente.

Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé. Col. 2,7